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ERWIN PÜHLER E A FOLIA DE EVARISTO TORQUATO

Publicado em 6 de mai de 2015
FOLIA DE REIS –
APRESENTADOR – ERWIN PÜHLER –
FOLIA DE REIS – EVARISTO TORQUATO -
DÉCADA DE 1990 –
UBERABA – MINAS GERAIS – BRASIL –
ERWIN PÜHLER, fundador do Colégio Cristo Rei em Uberaba, MG, no qual era Diretor e Educador.
Membro da Academia de Letras do Triângulo Mineiro, criador do ICEBRACO, Apicultor e Folclorista, Erwin deu grande contribuição para a difusão e divulgação de nosso Folcore, através de todos os meios de comunicação, Rádios, TV , Jornais, Revistas e Palestras em Entidades Culturais.
Erwin participou ativamente de todas as manifestações culturais da comunidade e era um baluarte na defesa de nossas mais caras tradições.
CAPITÃO EVARISTO TORQUATO - No comando da Folia, a figura lendária de Evaristo, uma das grandes expressões folclóricas desta região, um Capitão de Folias que manteve a tradição por mais de cinqüenta anos e que somente a impiedosa morte conseguiu calar o seu canto.
Este documentário foi cedido por Iraides Madeira e foi postado em 02-06-2015.









FOLIA DE REIS EVARISTO TORQUATO 438





DÉCADA DE 1980
Como ocorre em todos os anos, desde sua criação pelo Toninho da Marieta a cerca de 55 anos, se realiza em Uberaba, Minas Gerais, o Festival Anual de Folias de Reis. Afinal estão cadastradas na Fundação Cultural, mais de 150 Companhias de Reis.
A apresentação no inicio era na Rádio PRE 5. Passou por inúmeros locais -Teatro do SENAI -- Circo do Povo -- Centro de Apresentações do SESI -- Uberaba Tênis Clube e acabou se fixando por muitos anos na TV Manchete.
Atualmente esta apresentação é realizada nos salões da Paróquia da Igreja de N. S. da Abadia ou Igreja das Almas.
EVARISTO, o capitão desta Folia, é hoje apenas saudade. Seu neto, WOSLEY TORQUATO, seguindo as tradições da família, criou um grupo de catira com membros do clã e cogita de continuar a tradição nas Folias de Reis.
Este documentário pertence ao acervo da Casa do Folclore e foi postado em 21-04-2014.

VIOLEIROS TONINHO E MARIETA 919


Festival de Folia de Reis - 28º - EDSON QUIRINO - TV Manchete


FOLIA DE REIS EVARISTO TORQUATO TROCA DE COROA 444


FOLIA DE REIS ALVORADA EVARISTO TORQUATO 471


FOLIA DE REIS ALVORADA EVARISTO TORQUATO 471


CATIRA DOS TELES NO MEU TEMPO DE CRIANÇA 602


CATIRA DOS BORGES RECORTADO VIDA DA ROÇA


CATIRA DOS BORGES RECORTADO VIDA DA ROÇA


Tradição de Minas - Grupo de Catira


Tradições do Interior - 26/04/2015 - Catira


A CONVIVÊNCIA ALEGRE É TUDO.




"A CONVIVÊNCIA HUMANA SÓ PODE SER DESCRITA PELA ESPÉCIE EM EVIDENCIA"

            O movimento proporcionado pela dança é confirmado um ponto positivo para saúde física e mental do ser humano, aliada a música seja ela qual for cordenase os passos ao compasso melodioso dos acordes musicais.  A técnica é diversa  utilizada para compor todo esse  estado de graça.
             As manifestações populares vem de encontro a essa colocação com exatidão nos detalhes, são enumeras os tipos de manifestação popular em nosso pais e no mundo, todas compartilham do mesmo estado.                                                                                                                Wosley Torquato
 
                                                                              

"UM AMIGO ARTICULISTA"


ARTICULISTAS
João Eurípedes Sabino - 22/11/2013

Atrás de uma bola...

“ATRÁS DE UMA BOLA, VEM SEMPRE UMA CRIANÇA.” Alguém disse esta frase e nunca nos esquecemos dela quando o quadro acontece.

Belo entardecer de um domingo; sigo de carro numa avenida em velocidade compatível com filas de veículos indo e vindo. De repente sou obrigado a parar na própria faixa de tráfego. O único sinal que pude acionar foram as luzes de freio do meu veículo. Atendi ao Art. 42 do Código de Trânsito Brasileiro.

Olhando no retrovisor, constatei que atrás vinha um belo e suntuoso importado. Ao me ver parado, o seu condutor entra pela direita, para bruscamente e solta um brado, para não dizer “berro”: - Ô CARA, VOCÊ FICOU LOUCO? “CÊ” ME PARA NUM LUGAR DESSE! QUER MORRER?

- Não, amigo - lhe respondi. É que à nossa frente cruzou uma bola e atrás dela vem correndo uma criança, você viu?

Silêncio sepulcral...

Com os filhos dentro do carro e a esposa ao lado, aquele motorista apoiou os cotovelos no volante, baixou a cabeça e expressou-me o mais triste olhar. Ficou mudo e me reconheceu. Não precisou dizer nada. Captei o seu pedido de perdão mesclado com o arrependimento e a decepção consigo mesmo, já que somos amigos há quatro décadas.

Tudo ocorreu em fração de minuto.

Os pais do menino, atônitos, retiraram-no ileso da pista junto com a sua bola. Voltei-me ao amigo: - Tá desculpado, doutor (........), e parti.

Até agora estou inculcado. Aquele belo utilitário japonês continuou estático na pista, enquanto pude vê-lo pelo retrovisor. Será que o condutor, um respeitável profissional liberal, fora pego de surpresa? A família lhe fez alguma cobrança?

De uma coisa eu tenho absoluta certeza; os pensamentos - deficiências psicológicas - que o incitaram a agir daquela forma, no momento exato, fugiram, deixando-o “falando sozinho”. Tiraram-lhe o argumento, já que os fatos falaram mais alto. Trânsito é isso, mas não deveria ser.
Eu, apesar de estar num carro nacional, saí dali em absoluta paz, pois mereci um momento de ímpar grandeza. Experimentei a felicidade por ter evitado talvez a morte.



Casa cheia D+ mas muito bom espetáculo.

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Documentario que serviu de TCC para essa turma nota 10 de jornalistas.

http://www.youtube.com/v/Hvo1wU9JUpg?autohide=1&version=3&feature=share&showinfo=1&autohide=1&attribution_tag=Ga4QaXJznU9nia6byhlwNQ&autoplay=1

Catira e o Mestre documentando um momento em sua vida.

http://www.youtube.com/v/qjaw1QeE0yU?autohide=1&version=3&autoplay=1&attribution_tag=-Ya9cptSDHPfIINLIcmH4w&feature=share&showinfo=1&autohide=1

Momento de Graça de nossa Manifestação a CATIRA.

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VALOR REAL

A disputa é uma forma incoerente de provocação, provoca-se no sentido de incentivo a prática e não ao insulto.  É conhecido por todo o mundo em forma de comparação do que é melhor ou qual o melhor, com isso poderiam definir como uma importante ferramenta para seleção a qualidade, pensando desta forma pode ser até aceitável.  
Quando falamos de cultura outros valores devem ser observados e em principal os valores sociais, quem
gosta de perder ou mesmo perder sabendo que foi derrotado injustamente e aceita isso sem pelo menos pensar que tem algo errado.

Baseado em conceito consolidado, vejo que é de grande importância o incentivo ao aprendizado sem que se tenha que defrontar uma manifestação com a outra, premiar de maneira competitiva é incitar a disputa de poderes “Ser melhor do que o outro”.  Incentivar de forma onde se marca por intermédio de agradecimentos verbais, gestos dentre eles abraços, aperto de mão, etc. podem ser mais bem aceitos na questão de valor.   O tradicional construído no meio de disputa pode ser confundido como sendo o certo, e com isso não ser um valor real.
A perpetuação das manifestações se faz transmitindo os conhecimentos adquiridos durante toda uma vida para seus descendentes e com isso os reais valores vão se perdendo por influências materiais ou imateriais.

SINCRONIZADOS

O momento não se determina, mas podemos escolher após ter sido registrado.

Nesta foto temos o momento exato quando um grupo de dança tradicional (CATIRA) executa uma coreografia onde parecem desafiar a gravidade em sincronia.

CATIRA


A palavra original “Folk-lore” significa segundo Thoms o “saber vulgar” que foi utilizada em uma famosa carta ao Athenaeum de Londres, publicada a 22 de agosto de 1846. Seu propósito era salvar restos de lendas, de baladas, tradições, dos usos e costumes antigos. Não levava em conta a realidade social de que tais elementos faziam parte. Essa coleta enquadrava-se nas tendências gerais do pensamento europeu onde valorizava o romantismo, os costumes nacionais, em que os temas eram oriundos de gente simples do campo, revelava canções, superstições, contos, representações e festas tradicionais, remanescentes de eras remotas.

As teorias de busca dos fenômenos folclóricos teriam seu ponto de partida no Pantschatantra e no Hitopadesa da velha Índia, segundo Benfey; na Índia e nos povos de língua indo-européia, segundo Max Müller; no Egito segundo Elliot Smith e W. J. Perry; na Assíria e Babilônia, segundo Winckler.

A "Catira", que também pode ser chamada de cateretê, é uma dança do folclore brasileiro, em que o ritmo musical é marcado pela batida dos pés e mãos dos dançarinos. De origem híbrida, com influências indígenas, africanas e européias, a catira (ou "o catira") tem coreografia executada na maioria das vezes por homens (boiadeiros e lavradores) e pode ser formada por seis a dez componentes e mais uma dupla de violeiros, que tocam e cantam a moda.

É uma dança típica do interior do Brasil, principalmente na área de influência da cultura caipira (Minas Gerais, Mato Grosso, norte do Paraná, Goiás, interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul).

A coreografia da catira apesar de parecer semelhante varia bastante em determinados aspectos, havendo diferenças nitidas de uma região para outra. Normalmente é apresentada com dois violeiros e dez dançadores.

Origem

Segundo historiadores, a dança foi incurtida no caminho das bandeiras, pois era praticada pelos peões dos Bandeirantes, e assim foi sendo defendida pelos peões por onde eles acampavam.

Diversos autores, entre eles Mario de Andrade, nos contam que a catira no Brasil, se originou entre os índios e que o Padre José de Anchieta, entre os anos de 1563 e 1597, a incluiu nas festas de São Gonçalo, de São João e de Nossa Senhora da Conceição, da qual era devoto. Teria Anchieta composto versos em ritmo de catira para catequizar índios e caboclos e a considerada própria para tais festejos, já que era dançada somente por homens, fato que se observa, ainda hoje, em grande parte do país. Atualmente, ela é dançada também por velhos e crianças.

Há, porém, os que dizem que ela veio da Oceania junto com os australianos e outros acham que é de origem alemã. O certo é que ela adquiriu características desses três grupos citados, podendo até ter recebido influências de outros povos que para o Brasil imigraram. A família Malaquias da região de Mato Grosso do Sul é uma das grandes divulgadoras da dança.

Evolução

A Catira em algumas regiões é executada exclusivamente por homens, organizados em duas fileiras opostas. Na extremidade de cada uma delas fica o violeiro que tem à sua frente a sua “segunda”, isto é, outro violeiro ou cantador que o acompanha na cantoria, entoando uma terça abaixo ou acima. O início é dado pelo violeiro que toca o “rasqueado”, toques rítmicos específicos, para os dançarinos fazerem a “escova”, bate-pé, bate-mão, pulos. Prossegue com os cantadores iniciando uma moda viola, com temática variada em estilo narrativo, conforme padrão deste gênero musical autônomo. Os músicos interrompem a cantoria e repetem o rasqueado. Os dançarinos reproduzem o bate-pé, bate-mão e os pulos. Vão alternando a moda e as batidas de pé e mão. O tempo da cantoria é o descanso dos dançarinos, que aguardam a volta do rasqueado.

Acabada a moda, os catireiros fazem uma roda e giram batendo os pés alternados com as mãos: é a figuração da “serra abaixo”, terminando com os dançarinos nos seus lugares iniciais. O Catira encerra com Recortado: as fileiras, encabeçadas pelos músicos, trocam de lugar, fazem meia-volta e retornam ao ponto inicial. Neste momento os violeiros cantam uma canção, o “levante”, que varia de grupo para grupo. No encerramento do Recortado os catireiros repetem as batidas de pés, mãos e pulos. É uma dança trazida pelos boiadeiros, eles iam tocando os gados, rancho a fora quando descobriram que no assoalho daquele rancho fazia um barulho interessante, eles brincavam de bate palmas e pés.

Este trabalho se refere à discussão se a dança do catira seria mais uma opção de entretenimento entre as comunidades tradicionais caipiras. Nos dias atuais a necessidade por entretenimento é mais que uma realidade, é uma questão de saúde pública. O stress do dia a dia arrebata o tempo e deixa expostos todos os desequilíbrios físico-psíquicos que o trabalho intenso e descontrolado provoca em todos nós. Se observarmos as comunidades que desenvolvem a cultura popular como meio de entretenimento, não encontraremos esse perfil de stress. A dança do catira nas culturas tradicionais, mostra dos seus praticantes uma alegria contagiante, um compromisso social que eleva a alto estima e estimula o bem estar comunitário.

NOSSA CULTURA SENDO HOMENAGEADA.



Gilberto Rezende compartilhou um link.
 
FOLIA DE REIS

 ALVORADA. A grande festa de encerramento de cada Companhia de Reis. Antes de o sol nascer os foliões, com seus instrumentos enfeitados de flores e fitas, já estão agrupados.
Fogos de artifícios estouram nos céus da madrugad...a anunciando a procissão em busca de cada representante dos Reis Magos, Gaspar, Baltasar e Belchior.
Em cada casa, debaixo de um arco florido, atrás da Estrela Guia e da Sagrada Bandeira, aparece um andor ricamente ornamentado com o santo de devoção de cada festeiro. É o dia da troca das coroas.
Novos festeiros são escolhidos e diante de um presépio a cantoria se estende sob um respeitoso sentimento religioso de todos aqueles que são devotos de Reis.
Terminada a troca das coroas, começa-se a festa, geralmente acompanhada de um jantar e de doces da região, evitando-se bebidas alcoólicas e depois o baile que se prolonga até o raiar do sol.
Esta companhia é especial. O Capitão desta Folia é Evaristo Torquato, que foi um dos grandes expoentes das Companhias de Reis de Uberaba.
Evaristo sempre foi muito respeitado pelo correto cumprimento das liturgias das Folias de Reis e recebeu, em vida, inúmeras homenagens pela sua dedicação à manutenção desta tradição.
Este vídeo gravado na década de l970, acervo da Casa do Folclore, é divulgado em homenagem ao seu neto Wosley Torquato, um gentil cavalheiro, hoje um dos jovens que mais trabalham em prol da divulgação de nosso folclore e que formou um grupo de catira com elementos de sua própria família.


http://www.youtube.com/watch?v=OsUFyrIJmBM&list=UUzIpmE9bTQVH8rLPMw3e8dg&index=1
 
 
 

NOSSAS TRADIÇÕES



 As tradições têm como coadjuvante as manifestações populares e formando nossa cultura.
Vemos que as manifestações populares são alimentadas pela vontade que as famílias têm em se manter com qualquer que seja sua crença.

São inúmeros os tipos de manifestações populares encontradas não só no Brasil quanto no mundo todo, seja ela religiosa ou puramente vinda de pai para filho.
O grupo visto na foto ao lado é um seguimento de dança não religiosa, mas que vem de tradição forte.

PERPETUANDO NOSSA CULTURA, INÍCIO.

É cômodo fazer não parecer que existem manifestações populares em locais longínquos em relação aos maiores pontos populacionais, sabendo que esta manifestação popular é de grande importância, pois é delas que surge nossa cultura, é visível a ignorância contida em nossos governantes sobre o assunto cultura.

Pode ser difícil obter um indivíduo que atenda as exigências cabíveis e necessárias no que diz respeito a entender a cultura de um povo.

Sabendo que critério mais enérgico deveria ser dotado para um indivíduo desta qualidade, no que diz respeito a esse assunto "CULTURA", temos elementos que atendem requisitos invejáveis para entendimento de nossa cultura regional.

Nosso país é rico em manifestações populares e enumeras espécies.

O sistema financeiro vem atrelado ao político de acordo com o a forma escolhida pelo povo, mesmo que não seja tão fiscalizado quanto se deveria.

Existem comissões para julgar projetos culturais em nosso ministério da cultura, onde se julga a forma em que é feita a manifestação, se tem seqüência no calendário anual dentre outros itens a forma coerente que se é expressa.

Da mesma forma que temos bons projetos culturais escritos temos boas manifestações que não são bem reportadas em um projeto escrito.

A CATIRA FEITA POR NÓS MESMOS.

 
ENTRE PALMAS E PÉS, NOSSA CULTURA EM EVIDÊNCIA.
 
O Catira ou cateretê é uma dança do folclore brasileiro, em que o ritmo musical é marcado pela batida dos pés e mãos dos dançarinos. De origem híbrida, com influências indígenas, africanas e européias, a catira (ou "o catira") tem coreografia executada na maioria das vezes por homens (boiadeiros e lavradores) e pode ser formada por seis a dez componentes e mais uma dupla de violeiros, que tocam e cantam a moda.
É uma dança típica do interior do Brasil, principalmente na área de influência da cultura caipira (Mato Grosso, norte do Paraná, Minas Gerais, Goiás, interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul).
A coreografia da catira apesar de parecer semelhante varia bastante em determinados aspectos, havendo diferenças nitidas de uma região para outra. Normalmente é apresentada com dois violeiros e dez dançadores.

Origem: Segundo historiadores, a dança foi incurtida no caminho das bandeiras, pois era praticada pelo peões dos Bandeirantes, e assim foi sendo defendida pelos peões por onde eles acampavam.
Diversos autores, entre eles Mario de Andrade, nos contam que a catira no Brasil, se originou entre os índios e que o Padre José de Anchieta, entre os anos de 1563 e 1597, a incluiu nas festas de São Gonçalo, de São João e de Nossa Senhora da Conceição, da qual era devoto. Teria Anchieta composto versos em ritmo de catira para catequizar índios e caboclos e a considerada própria para tais festejos, já que era dançada somente por homens, fato que se observa, ainda hoje, em grande parte do país. Atualmente, ela é dançada também por velhos e crianças.
Há, porém, os que dizem que ela veio da Oceania junto com os australianos e outros acham que é de origem alemã. O certo é que ela adquiriu características desses três grupos citados, podendo até ter recebido influências de outros povos que para o Brasil imigraram. A família Malaquias da região de Mato Grosso do Sul é uma das grandes divulgadoras da dança.

Catira na TV Integração



O resultado você confere no MGTV 1ª edição

O Resultado 1º Festival Integração de Documentários será exibido nesta semana no MGTV 1ª edição. O concurso organizado pela TV Integração, selecionou um roteiro inédito que foi produzido pelas próprias estudantes de Comunicação, Mariana Goulart Hueb, Nayla Gomes, Larissa Rosa Netto juntamente com a equipe de Jornalismo da emissora. O documentário com cerca de 30 minutos será dividido em cinco partes e exibido dentro do MGTV 1ª Edição nesta semana.

Segundo o diretor de jornalismo da TV Integração, Paulo Eduardo, “Esta será uma forma de inserir os estudantes na produção, na rotina de planejamento, de entrevistas, cumprimento de prazos e finalização do material”.

Fique ligado na nossa programação e não perca hoje a estreia do documentário Palmas, Pés e Viola – O Catira no Triângulo Mineiro do 1º Festival Integração de Documentários.

AGRADECIMENTOS:
Alexandre Saad, Gilberto Resende, Amanda Resende Borges, Nicodemos de Oliveira, Tarcísio Manuvéi, Renato Torrone, Grupo Catireiros do Fogo – Uberaba, Grupo dos Borges – Uberaba., Grupo Nova Geração – Ituiutaba, Grupo Raízes – Uberaba, Grupo Raízes SESC – Uberlândia, Grupo Tradição Manoel Teles – Uberaba, Grupo Tradição de Minas – Uberaba, Grupo Uai – Ituiutaba, Cine Teatro Municipal Vera Cruz – Uberaba, Corpo de Bombeiros Uberaba, Fundação Cultural de Uberaba, Fundação Cultural de Ituiutaba, Hotel Fazenda São Francisco, Museu de Arte Decorativa de Uberaba (MADA) e SESC Uberlândia

CLÁSSICO, RAÍZ CONTEMPORÂNEO.

A nossa cultura com o passar dos anos tendeu a se modificar como tudo assim o faz, as manifestações populares tradicionais mesmo tendo suas raízes preservada tem se adequado aos tempos.
A mídia televisada é a maior fonte de conhecimento após a nossa tradicional escola, responsável por maior parte das opiniões da sociedade onde ela atua.
Devemos ter conhecimento de causa para que possamos adequar as raízes culturais de um povo ao moderno e contemporâneo tempo que vivemos para que não perdamos nossa verdadeira identidade.
O Clássico e o Raíz é representado no vídeo abaixo de forma consciente ao que é proposto e com isso não denegrindo a imagem da verdadeira cultura raíz e tradicional.

"CATIRA" A TROCA CONSTANTE DE INFORMAÇÕES.

A catira é uma troca em varias formas, de movimento a movimento os gestos definem a ordem e qual coreografia irá ser realizada.
Essa troca de informação resulta em uma sequência ordenada de passos e palmas regidas pelo som incomparável da viola.
 
"CATIRA"
UMA TROCA CONSTANTE DE INFORMAÇÃO.

Sr. EVARISTO TORQUATO Dia de Reis.

Wosley... nesse dia tão importante pra nós quis deixar uma singela homenagem a um distinto senhor que um dia me recebeu para pagar uma promessa de tocar na folia, por uma graça alcançada... Que Santos Reis abençoem seu Evaristo Torquato!

UM ANIVERSÁRIO DEVE SER ESPECIAL PARA TODOS E EM SE TRATANDO DE UMA PERSONALIDADE COMO O Sr. EVARISTO TORQUATO, UM ÍCONE DE NOSSA CULTURA NACIONAL NÃO PODERIA SER DIFERENTE. AS IMAGENS RETRATAM A ALEGRIA DE UMA COMEMORAÇÃO REPLETA DE FELICIDADE.

DANÇAR FAZ BEM, CATIRA TAMBÉM



Dança como conteúdo de ensino nas aulas de Educação Física escolar

Problematizando alguns desafios da prática pedagógica na atualidade. Considerando este estudo que envolve a dança trazemos algumas questões. Por que as pessoas dançam ou não? Quais os benefícios que a dança pode proporcionar aos praticantes? Quais as condições de aplicabilidade da dança na escola?

Em busca destas respostas decidimos estudar o tema de forma mais aprofundada. A dança sempre fez parte da vida humana e antes mesmo do homem falar ele se expressava corporalmente por meio da dança ritualística buscando aproximar-se das forças da natureza. Tavares (2005, p. 93) explica que existem indícios de que o homem dança desde os tempos mais remotos. Todos os povos, em todas as épocas e lugares dançaram para expressar revolta ou amor, reverenciar deuses, mostrar força ou arrependimento, rezar, conquistar, distrair, enfim, viver.

Com o passar dos anos, a dança foi sendo cada vez mais conhecida e valorizada. Atualmente, é um importante conteúdo de ensino e aprendizagem nas aulas de Educação Física escolar, no entanto, é pouco explorado, ou ainda é desenvolvido de forma descontextualizada.

A Educação Física, segundo o Coletivo de Autores (1992, p. 41), possui conhecimentos específicos a serem tratados pedagogicamente, sistematizados no contexto escolar. Dentre esses conteúdos, materializados na expressão corporal como linguagem, encontra-se a dança.

Segundo Verderi (2000, p. 59), a dança pode criar condições para que se estabeleçam relações interativas, propiciando o conhecimento do próprio corpo e de suas possibilidades como forma de compreensão crítica e sensível do mundo que nos rodeia. No entanto, o trabalho com este conteúdo na escola, muitas vezes, se restringe as apresentações em festividades escolares, “as dancinhas”, ou seja, coreografias elaboradas exclusivamente pelos professores a serem incorporadas de forma “mecânica”, as quais não têm significado para os alunos, pois são tratadas de forma superficial.

De acordo com Marques (2007, p. 101), um repertório de dança bem ensaiado não cumpre o papel artístico e educativo. A dança na escola tem o compromisso de “ampliar a visão e as vivências corporais dos alunos em sociedade a ponto de torná-lo um sujeito criador-pensante de posse de uma linguagem artística transformadora”.

Ressaltamos aqui a importância da dança como patrimônio histórico cultural da humanidade e como linguagem artística que possibilita o desenvolvimento da criatividade, de uma forma de expressão poética de idéias, sentimentos, visões de mundo.

Não podemos nos esquecer também de que a dança já faz parte do contexto dos Parâmetros Curriculares Nacionais tanto de Educação Física como de Arte, ou seja, uma prática da cultura corporal a ser desenvolvida de forma interdisciplinar na escola. (BRASIL, 1997; 1998).

No entanto, Marques (2007) ressalta que na maioria dos casos os professores não sabem o que, como ou até mesmo por que ensinar dança na escola, refletindo as lacunas na formação profissional em Educação Física. Portanto, admite-se que as propostas pedagógicas na área da dança-educação deverão propiciar metodologias não-diretivas que possibilitem aos alunos a expressão corporal, a criatividade, a autonomia, a fim de que possam a partir da vivência desta manifestação compreender e ampliar seus conhecimentos sobre a realidade em que vivem.

Diante de tais concepções, abordaremos inicialmente, a história da dança, enfatizando alguns pontos como o surgimento e suas origens, desde os tempos primitivos e sua evolução no decorrer dos séculos até os dias atuais, apresentando sua construção histórica no Brasil, mostrando as diferentes culturas através das danças folclóricas de cada região.

No segundo momento, desenvolvemos a temática da dança na escola como conteúdo da Educação Física. Situamos as análises sobre o que os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) – Educação Física (BRASIL, 1998) afirmam sobre a dança e quais os benefícios que sua aplicação nas aulas de Educação Física escolar poderão proporcionar.

Esperamos que este trabalho possa trazer suas contribuições, desafiando os professores de Educação Física para uma reflexão sobre a importância da dança tanto no âmbito escolar, como no contexto do lazer.

1. Pelos caminhos da história da dança: alguns apontamentos

A dança é considerada uma das artes mais antigas. É a única que dispensa qualquer material como ferramenta, pois depende somente do corpo e da vitalidade humana para cumprir sua função, conforme analisou Nascimento (2002).

De acordo com o Langendonck (2009) na Era Primitiva, entre 9000 e 8000 A.C, nos períodos Paleolítico e Mesolítico, a dança estava relacionada diretamente à sobrevivência, no sentido de que os homens vivendo em tribos isoladas e se alimentando de caça, pesca e frutos colhidos da natureza, criavam rituais em formas de dança, buscando impedir que eventos naturais pudessem prejudicar suas práticas.

Segundo Cavasin (2004 apud CAMINADA 1999, p. 22), na forma mais elementar, a dança se manifesta através de movimentos que imitam as forças da natureza que parecem mais poderosas ao homem e que trazem consigo a idéia de que esta imitação tornará possível a incorporação de poderes sobrenaturais.

Na mesma direção, Portinari (1989) afirma que a dança estava presente celebrando as forças da natureza bem como as mudanças das estações. Contudo, até hoje não se tem clareza de quando e por que o homem dançou pela primeira vez. Na medida em que arqueólogos conseguem traduzir inscrições dos povos pré-históricos, elas nos indicam a existência da dança como parte integrante de cerimônias religiosas, permitindo afirmarmos que talvez esta tenha nascido concomitantemente à religião.

Dançar pode significar uma tentativa de comunicação, de expressão de sentimentos e idéias, ou de rituais, como bater as mãos e os pés ritmicamente para aquecer os corpos antes da caça e dos combates. “A dança nasce com o homem. Já nas cavernas, ele batia os pés ritmicamente para se aquecer e comunicar. Em todas as civilizações se dança, de maneira diferente e por vários motivos” (BOGÉA, 2002, p.48).

Antropólogos e arqueólogos assumem que o homem primitivo dançava como sinal de exuberância física, rudimentar tentativa de comunicação e, posteriormente, já como forma de ritual. Dançou-se assim desde tempos imemoriais, em trono de fogueira e diante de cavernas: gestos rítmicos, repetitivos, ás vezes levado ao paroxismo, serviam para aquecer os corpos antes da caça e do combate. Nas mais remotas organizações sociais, a dança estava presente, celebrando as forças da natureza, investidas bélicas, mudanças das estações. (PORTINARI, 1989, p.17)

Segundo as afirmações de Langendonck (2009), foram encontradas gravuras de figuras dançando nas cavernas de Lascaux, na medida em que usavam essas inscrições para relatar aspectos do dia-a-dia e de sua cultura, relacionada à caça, pesca, morte e rituais religiosos,
Artigo escrito e publicado de Caroline de Miranda Borges.

É DIFÍCIL D+

Infelizmente nossa cultura depende muito dos nossos meios financeiros e políticos para se manter ou se fazer manter "DIFÍCIL D +"
Nossa cultura se faz de maneira tradicional e em forma de comunidades mas comunidades dispersas e com isso ao tentar reunir em um comum popular se torna difícil por maior que seja os ânimos.
Nossas manifestações culturais sempre vai se deparar com essas dificuldades ou nos mantemos não só com nosso gosto pela arte ou por nós mesmos financeiramente falando.

CULTURA TRADIÇÃO: VIRADA CULTURAL 2012.

CULTURA TRADIÇÃO: VIRADA CULTURAL 2012.: A liberdade de nossas manifestações é expressada de maneira simples e objetiva.  O grupo de catira TRADIÇÃO DE MINAS é formado por um grupo...

VIRADA CULTURAL 2012.

A liberdade de nossas manifestações é expressada de maneira simples e objetiva.  O grupo de catira TRADIÇÃO DE MINAS é formado por um grupo de jovens dispostos a levar nossa cultura se manifestando por intermédio da dança e do sapateado. A Catira é uma dança onde por intermédio de gestos e sinais (troca de informações)  "CATIRA" uma forma de troca, pode ser objetos, sinais, gestos...   
 

CATIRA TRADICAO DE MINAS

 
NOSSAS MANIFESTACOES POPULARES SENDO MOSTRADA NOS PÉS DOS NOSSOS JOVENS.
A CATIRA SE MOSTRA SIMPLES E EFICIENTE.

 Um revelador grupo de catira que vem se formando na propria familia, na voz e viola de Wosley, neto do famoso Folião de Reis Evaristo Torquato. Já se apresentou em várias regiões do pais e até na Espanha.

CRONICA DE UM AMIGO

 
Providência e não coincidência
ARTICULISTAS
João Eurípedes Sabino - 19/10/2012
Um milímetro, um quilômetro ou um ano-luz (10 bilhões de quilômetros) perante a Lógica Universal, têm a mesma importância e, apesar de diferentes, são comprimentos regidos pelas mesmas Leis. A única diferença está na separação de uma coisa da outra num exato momento. Eis a questão a analisar.
Dia 15/08/12, no Rio de Janeiro, o operário da construção civil Eduardo Leite teve o crânio atravessado por uma barra de ferro que caiu do 4º andar do prédio que ele ajudava a construir. No Hospital Miguel Couto constataram que a barra passou a um centímetro do olho direito e a três da área do cérebro que comanda os movimentos do corpo. Bombeiros cortaram o metal e a cirurgia para retirá-lo durou três horas. Duas semanas depois, Eduardo saiu andando do hospital e, provavelmente, não terá sequelas, embora ele tenha perdido massa encefálica.
Pessoas perdem a vida por muito menos e Eduardo poderia ter sido uma delas, mas aqui ficou para nos mostrar o quanto alguns milímetros podem fazer a diferença. O neurocirurgião Dr. Ivan Sant’Anna com suas “mágicas” mãos e grande dose de afeto que o diga. Eduardo integra agora o seletíssimo time cuja proporção é de 1 para milhões, ou seja, daqueles que experimentam o limite extremo e nem por isso sucumbem. Ele é um dos que “nasceram de novo”, dizem.
Com o cérebro atravessado, Eduardo convoca-me a não deixar estático em mim o conceito logosófico sobre o que é a coincidência. Ela, a coincidência, é o nome que equivocadamente damos ao resultado da conspiração silenciosa das Leis Universais. Respeito aos que atribuem o caso de Eduardo ao milagre, à sorte ou ao destino. Nenhum, entretanto, discorda que: Deus ajuda a todos, mas prioriza os que merecem.
E mais: as pessoas certas, na hora certa e nos lugares certos só se encontram por obra de Deus. Dr. Ivan Sant’Anna, sua equipe e Eduardo Leite cumpriram essa trilogia. A barra de ferro caiu por Providência e não por coincidência.
(*) Presidente do Fórum Permanente dos Articulistas de Uberaba e Região; membro da Academia de Letras do Triângulo Mineirojoaosabino@mednet.com.br

MEIOS E MODOS DE EDUCAR


Filme independente destaca novos modelos educacionais
Aug 21st 2012, 01:06

Jovens argentinos de 20 e poucos anos viajaram oito países ibero-americanos para produzir um documentário com o intuito de ajudar as pessoas a refletir sobre o tradicional modelo de educação.  Eles conheceram 45 experiências de ensino não convencionais e entrevistaram 90 educadores e especialistas para tentar apontar novas alternativas educacionais. O resultado dessa viagem é o longa-metragem independente La Educación Prohibida (A Educação Proibida, em tradução livre), lançado mundialmente este mês e que está disponível gratuitamente on-line e também em um formato de distribuição livre, onde qualquer pessoa pode reproduzir o documentário em salas de cinema.
A ideia é fazer com que as pessoas repensem metodologias, valorizem a diversidade educativa, a liberdade pedagógica e curricular. O filme mostra, por exemplo, experiências de diferentes países com o home-schooling, movimento conhecido como ensino em casa ou educação sem escola, que se popularizou nas últimas décadas. (Leia matéria publicada no Porvir sobre pais que preferem educar os filhos em casa) .

crédito: divulgação
 
Segundo o diretor Doin Campos, 24, existe hoje uma necessidade de se refletir sobre o papel da escola, que precisa se democratizar profundamente. “Muitas vezes, o que acontece nas aulas não coincide com o que se espera dos alunos. Isso ocorre porque a escola mantém uma estrutura rígida, que impõe ideias e esquece de promover as experiências de vida”, afirma.
Esse conceito também é reforçado por alguns entrevistados que acreditam que a sala de aula está “aquém de ser um espaço educativo”. Para  William Rodríguez, do Instituto Popular de Cultura Cali, da Colômbia,  “muitas vezes, o que acontece na escola não é importante, ele nem sequer chega a ser um lugar de formação, mas sim uma grande creche.”
Já para Ana Julia Barnadas, do instituto Montessori Palau Girona, da Espanha, os espaços educativos não atraem os estudantes: “os alunos aprendem de forma forçada nesses processos de aprendizagem”.
                                    Filme La Educación Prohibida / crédito: divulgação.  http://www.youtube.com/watch?v=BPME2GHBe9s   Redes colaborativas desde seu lançamento, no último dia 13, mais de um milhão de pessoas consultaram a página do filme, que já registrou mais de 180 mil downloads.  Como forma de levar a mais pessoas a mensagem do documentário, o grupo criou um guia passo a passo para que outras pessoas possam realizar exibições independentes em faculdades, escolas, centros culturais e outros espaços. Todas elas ficam disponíveis em um mapa on-line. “O interessante é que os mesmos espectadores também podem se tornar distribuidores e, assim, passam a compartilhar e difundir o filme”, afirma o diretor. A colaboração esteve presente desde o início, quando o projeto se inscreveu numa plataforma de crowdfunding e foi inteiramente financiado por meio de doações. A proposta era fazer com que os doadores também se tornassem coprodutores do filme. O projeto também contou com a colaboração voluntária de profissionais como músicos que ajudaram compondo letras a trilha sonora, as bandas que liberam direitos autorais ou até mesmo os designers que criaram a arte gráfica. E quem quiser colaborar ainda pode: na página do filme, há guias que instruem usuários a legendar o longa em outras línguas. Veja, em espanhol, o trailer do longa: Download do filme em: http://www.educacionprohibida.com/ Veja o trailer: http://www.youtube.com/watch?v=BPME2GHBe9s _______________________________________________ Romanticos Conspiradores Rc@lists.aquifolium.biz http://lists.aquifolium.biz/listinfo.cgi/rc-aquifolium.biz

A FÉ DO NOSSO POVO

Esse povo de fé, povo decidido a vencer a jornada
em busca de seu conceitos religiosos e tradicionais.
Este grupo formado de familiares e amigos, promovem
esta cavalgada todo ano no mês de agosto sentido a
Nossa senhora da Abadia da Agua Suja. A família está sempre presente nos eventos tradicionais e culturais desta cavalgada.   A fé promove varia ações em diversas etnias, nas tradições mineira temos diversos meios de representação destas manifestações populares.
A tropa tem que ser bem cuidada afinal é no lombo destes animais que os tropeiros vão ser transportados até aos pés da santa. Como nos contos da bíblia o transporte por animais inda relembra os momentos que nossa senhora passou caminhando com o menino Jesus em seu ventre. Após uma noite abençoada de descanso, o momento de fé relembra o motivo e o porque desta caminhada até Agua Suja. O caminho é árduo mas a perceverança é um ponto de destaque a todo momento desta empreitada.
A chegada é sempre um momento de emoção em todos os sentidos, a emoção de dever cumprido a renovação da fé se perpetua mediante este ato de fé.

DIA DOS CANTORES OU CANTANTES

     Quem disse que os cantores não tem um dia só seu? Claro que  O dia do Cantor está longe de ser um feriado nacional ou ter programações especiais na TV para este dia, mas pouco importa para quem canta, esse dia deve ser comemorado e celebrado por todos que amam essa profissão ou Hobby seja professor de canto, estudante, cantor profissional ou amador.
 Um  fato engraçado é que ninguém sabe realmente em qual dia se comemora o dia do cantor, se é no dia 13 de Julho ou dia 27 de Setembro, nas duas datas é comemorado o dia do cantor sendo que na primeira essa data é divida com a comemoração também do dia do Rock. "Vigi neste ano deu na sexta feira 13". Pesquisamos em muitas fontes para saber qual é a data correta e na maioria das fontes confiáveis a informação correta é que o dia do cantor é comemorado em 13 de Julho, mas se você é cantor não conte isso pra ninguém, quem sabe não ganhamos presentes nas duas datas, isso não seria ruim.
 Comemore o seu dia, que esse dia sirva para você repensar na sua caminhada até aqui, nas horas de estudo dedicadas ao canto, no dinheiro investido, nas dificuldades que você superou para chegar onde chegou. Saia com os amigos, sejam eles cantores ou não e comemore este dia com muita alegria e muita música.
 Desejamos a todos os cantores um feliz dia do cantor e que nunca desistam dos seus sonhos e ideais.
 Felicidades.


SEMANA NENETE 2012 CATIRA E VIOLA

Semana Nenete 2012 - Pirassununga inicia preparativos

Os preparativos para a 18ª Semana Nenete de Música Sertaneja, o maior evento do turismo cultural regional, terão início neste mês de outubro. A grande festa da cultura caipira do interior paulista, está prevista para acontecer de 12 a 15 de julho de 2012, no Centro Cultural de Eventos Dona Belila.
Neste ano de 2011, segundo cálculos da equipe de engenharia da Secretaria Municipal de Obras e Serviços, o Centro Cultural de Eventos recebeu cerca de 100 mil visitantes nos quatro dias de festa.
CATIRA TRADIÇÃO DE MINAS VAI ESTAR LA.
“Em 2012, o público será ainda maior, aumentando, na mesma proporção, a responsabilidade que temos em receber toda essa gente que, além de prestigiar a festa, movimenta o comércio, hotéis, pousadas, restaurantes, gera empregos diretos indiretos e outros benefícios”, explica Roberto Bragagnollo. Secretário de Cultura e Turismo.
Para atender de maneira satisfatória a essa crescente demanda, as entidades que já integram a grande festa caipira e aquelas que nunca participaram do evento - a maioria por não contar com um grande número de voluntários em seus quadros -, estão sendo convidadas pela Prefeitura Municipal para participarem da Semana Nenete 2012.
Além dos Ranchos Caipiras, que conquistaram o público pela  deliciosa comida caipira que preparam, a Secretaria de Cultura e Turismo quer ampliar a praça de alimentação, para que todos possam saborear os deliciosos pratos, sem ter que enfrentar enormes filas.
“Faremos inúmeras modificações para melhor receber e surpreender os milhares de visitantes que todos os anos, no mês de julho, escolhem Pirassununga para celebrar os valores e as tradições da Cultura Caipira”, disse Bragagnollo. “As entidades, dentro desse formato, mesmo com um grupo reduzido de pessoas, poderão também participar e se beneficiar da festa, arrecadando fundos para seus projetos”, completou o secretário.
“Os Ranchos Caipiras, uma das referências da Semana Nenete, esses continuarão sob o comando das entidades tradicionais que todos nós conhecemos. Elas ganharam experiência nesses anos todos, portanto, estão mais do que credenciadas para assumir, com empenho e responsabilidade, os desafios que teremos pela frente”, completou o secretário.
Quem pode participar?
A Semana Nenete é um evento cultural-turístico-gastronômico, de caráter beneficente, do qual participam apenas as entidades e associações de cunho filantrópico, assistencial e religioso, clubes de serviço, comunidades terapêuticas e instituições afins, com sede em Pirassununga.
As instituições com esse perfil, interessadas obter maiores informações, devem entrar em contato com a Secretaria de Cultura e Turismo, através do telefone 3562-1207, com Graça Salgueiro ou Maria Emília, ou se dirigir ao Armazém Cultural Dito Micuim, para maiores informações.
Apresentação das diretrizes
A Secretaria de Cultura e Turismo programou para a próxima segunda-feira, 31 de outubro, uma importante reunião na qual serão apresentadas as diretrizes da Semana Nenete 2012. O encontro, aberto a todas as entidades interessadas, terá inicio às 19h30, no Armazém Cultural Dito Micuim.
As inscrições para a Semana Nenete 2012 encerram-se no dia 11 de novembro deste ano.

DIA DO BOMBEIRO

PARABÉNS A TODOS OS INTEGRANTES DESSE GRUPO DE CATIRA E É COM MUITO ORGULHO QUE TENHO O PRAZER DE TER FEITO PARTE NA INICIAÇÃO DESTE GRUPO.
 
ESTE GRUPO TEM TUDO PARA QUE SE PERDURE E PERPETUE ESSA MANIFESTAÇÃO POPULAR QUE É O CATIRA.
A DICIPLINA E PERCEVERANÇA É UM PONTO CRUCIAL NA CARACTERÍSTICA DESTES COMBATENTES DO FOGO.
ALÉM DE COMBATER O FOGO E SALVAR VIDAS, OS CATIREIROS DO FOGO EM SUAS FOLGAS LEVA A ALEGRIA COM SUAS APRESENTAÇÕES ANIMADAS E LEVANDO AOS ESPECTADORES A MOSTRA DA CULTURA MINEIRA.